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Reconhecimento facial na hora das compras já existe

10-10-2017

Reconhecimento facial na hora das compras já existe

Quem nunca quis pagar algo apenas com um sorriso? A Alipay, empresa que administra as compras para a gigante chinesa “Alibaba”, lançou o primeiro sistema de pagamento utilizando reconhecimento facial para completar a venda. O sistema é chamado “Smile to pay” (sorria para pagar, em português) e funciona da seguinte maneira: você escolhe o produto no totem– hoje em dia, eles estão disponíveis somente nos restaurantes KPRO, da KFC e na hora de pagar, a câmera será ligada na sua direção e realizará o reconhecimento facial.

Após esse procedimento, será necessário autorizar a compra pelo seu celular. Claro que apenas um sorriso bonito não é suficiente para pagar a conta, é necessário possuir dinheiro no banco. Não se preocupe com sósias! De acordo com a empresa, a tecnologia é bem detalhista para identificar com precisão as pessoas. Segundo eles, a máquina reconhece o usuário até mesmo disfarçado com maquiagem ou perucas. Portanto, fique tranquilo: outras pessoas não vão comprar em seu lugar.

A tecnologia pode se popularizar na China, mas não será autorizada em todo o mundo. Por exemplo, nos Estados Unidos, as políticas sobre dados biométricos são extremamente rigorosas. Outro problema que pode ocorrer é quanto ao à confiança das pessoas em relação a entregar traços de seus rostos para uma empresa, mesmo que saibam que os dados devem ser mantidos em sigilo. Mesmo assim, ainda vale a possibilidade de se ter mais uma opção de pagamento rápido.

A Baidu acaba de anunciar um pequeno dispositivo de tradução instantânea

26-09-2017

A Baidu acaba de anunciar um pequeno dispositivo de tradução instantânea

Conhecida como uma da gigantes asiáticas, a Baidu acaba de revelar a sua mais nova iniciativa na área de tradução. O pequeno dispositivo da foto abaixo é o que a empresa considera ser um tradutor definitivo, capaz de transmitir instantaneamente frases do inglês para o japonês ou chinês e vice-versa. Menor do que um smartphone convencional, esse dispositivo não faz mais do que alguns aplicativos já são capazes de realizar. Porém, o aparelho também vem integrado com a capacidade de funcionar como um roteador WiFi, servindo como um suporte para aqueles que estão em viagem e não possuem uma conexão à internet.

Porém, a Baidu afirma que o trunfo do pequeno dispositivo (que parece não ter um nome oficial ainda) é a sua confiabilidade na tradução. Usando inteligência artificial, sistemas preditivos e aprendizagem computacional, o aparelho promete realmente ser um tradutor definitivo para viajantes que visitam países estrangeiros.

A empresa pretende iniciar as vendas do aparelho em breve na China e tem planos de levá-lo para o vizinho Japão em seguida. Embora não tenha dito com todas as palavras, parece óbvio supor que o pequeno dispositivo, caso venha a obter êxito em sua missão, provavelmente passará a integrar novos idiomas no futuro. É uma pena que não há vídeos ou demonstrações do aparelho em funcionamento.

Importância do Marketing 4.0

13-09-2017

Importância do Marketing 4.0

Philip Kotler, um dos maiores especialistas em marketing do mundo, escreveu “Marketing 4.0” para ajudar novos profissionais na jornada da mudança. O Marketing, assim como todos os setores, muda constantemente. Com a internet, a globalização se tornou inevitável e o mundo digital assumiu papel efetivo na relação entre empresa e consumidor.

A grande pergunta que fica na mente do empreendedor é a seguinte: como alcançar meu cliente de maneira efetiva? A nova dinâmica do mercado traz melhorias para você e seus clientes, garantindo mais produtividade e interatividade. O essencial nessa equação é entender o principal P do Marketing atual: Pessoas. O marketing digital e a tecnologia transformaram a maneira como fazemos negócios, contando com estruturas inovadoras, espaços para interação direta e diálogo aberto em todo o setor de comunicação. Para auxiliar no entendimento da renovação do setor, “Marketing 4.0 – Mudando de Tradicional para Digital” se tornou o guia perfeito nesse caminho de amplo conhecimento.

Aos 85 anos, o autor, pesquisador e Professor de Marketing Internacional da SC Johnson & Sons na Kellogg School of Management da Northwestern University, Philip Kotler, nos faz refletir cada vez mais sobre o assunto. “Marketing 4.0 é um esforço para olhar o marketing em uma dimensão diferente”, disse o autor em entrevista recente. “O marketing tradicionalmente foi orientado com a comunicação sendo chave, uma comunicação unidirecional, apenas rotulada de ‘Marketing Tradicional’. As boas fortunas foram construídas em marcas que nos atingiram continuamente como a Campbell’s e Kellogg’s. Mas conectividade e tecnologia alteraram a maneira como abordamos o marketing.”

Uma das mensagens do livro é que “qualquer empresa que quer sobreviver deve recorrer a essas novas ferramentas de mídia social e usar a mídia digital para facilitar a gestão de seus negócios”. Mas isso significa que devemos abandonar os meios convencionais? Não exatamente. No próprio livro, Kotler define: “Não estamos deixando o Marketing Tradicional. Estamos misturando o tradicional e o digital.”

O Marketing Digital favoreceu enormemente o desenvolvimento de empresas de todos os tamanhos. Com ampla oportunidade de alcance, pequenas empresas têm agora a possibilidade de competir com gigantes em seus setores. Tudo depende da consciência e conhecimento sobre as ferramentas disponíveis, que graças ao meio digital, são acessíveis a todos com prático custo-benefício. Sabemos que a tecnologia não é uma novidade que surgiu da noite para o dia, afinal, a internet surgiu oficialmente em 1990, com a criação da linguagem HTML.

Kotler acredita que a convergência tecnológica com o Marketing Tradicional é uma tendência contínua. O objetivo do novo livro, segundo o autor, é alertar que “o marketing deve se adaptar à mudança da natureza do cliente e aos caminhos do cliente na economia digital”. As empresa on-line já ocupam uma parcela significativa do mercado, então é essencial preparar as empresas para a expectativa de um mercado cada vez mais digital.

No núcleo do Marketing 4.0 , Kotler revela um novo conjunto de métricas de marketing com o objetivo de melhorar a produtividade. Esses caminhos alternativos facilitarão a jornada de compra, garantindo ao consumidor uma via facilitadora para suas compras e para o empreendedor, mais uma oportunidade de ampliar seus negócios.

A importância do P de Pessoas se revela nesse cuidado com a interatividade: a comunicação está cada vez mais humanizada. Com o Marketing Digital, é muito mais fácil aprender sobre as necessidades diretas e indiretas do clientes, seus interesses, desejos e os comportamentos que geram suas ações. Tornou-se possível impulsionar vendas, reconhecimento de marcas e aumento de parcerias, expandindo o olhar dos negócios. As campanhas on-line possibilitam experiências inéditas ao empreendedor, permitindo que transmita não só uma mensagem certa sobre sua empresa, mas sim uma identidade que também contempla seus serviços e produtos.

Com o Marketing Digital, o consumidor fica cara a cara com a empresa, mantendo uma relação transparente e amigável, ao mesmo tempo que extremamente produtiva e rentável para ambos os lados. Esse ambiente facilita a comunicação e não deixa que a empresa se perca em um universo de metas errôneas quanto à realidade de seu público.

Para garantir que esse relacionamento flua de forma saudável, é essencial trabalhar uma boa estratégia de Marketing Digital e contar com uma equipe profissional para administrar suas campanhas. Há muito a ser extraído do Marketing 4.0 , mas o mais importante é compreender a relevância do meio digital na equação do sucesso profissional nesta geração.

FAT32, exFAT ou NTFS: qual formato escolher na hora de formatar o pendrive?

23-08-2017

FAT32, exFAT ou NTFS: qual formato escolher na hora de formatar o pendrive?

Discussões acerca das diferenças entre os sistemas de arquivos FAT, FAT32, exFAT e NTFS pipocam aos montes internet afora. Afinal, qual parâmetro deve ser usado para a formatação de um pendrive que deverá receber um arquivo, por exemplo, de até 4 GB? Confira, neste artigo, a definição de cada um dos filesystems e aprenda qual formato deve ser usado em diferentes unidades de armazenamento.

Antes, porém, de partirmos para as especificações de cada tipo de formatação, esclarecimentos sobre o conceito por trás dos sistemas de arquivos têm de ser feitas. Acompanhe um panorama a respeito das tecnologias de endereçamento e entenda a importância da correta seleção do formato das suas mídias.

O que é um sistema de arquivos?

Os sistemas de arquivos (do inglês, “filesystem”) podem ser entendidos como um tipo de mediador, um “caminho intermediário” entre as extensões armazenadas por um dispositivo e a unidade de armazenamento em si (como cartão de memória, pendrive ou HD). Cada sistema de formatação conta com métodos de organização de arquivos específicos, o que determina, também, a forma como o acesso aos dados será feita.

Como exemplo à aplicação do conceito, imagine o seguinte cenário: seu computador possui 10 mil arquivos, e você deseja encontrar uma foto específica. Sua extensão, portanto, pode estar localizada tanto no início como no final da lista – as informações contidas por uma mídia de armazenamento são dispostas de modo sequencial.

O acesso à imagem desejada, assim, pode ser feito por meio de uma tabela de alocação de arquivos por grupos de setores (FAT, File Allocation Table e formatos derivados) ou através de índices alocados junto de partições (NTFS). Cada método de organização possui características próprias. Entenda cada uma delas a seguir.

O que é FAT?

FAT (File Allocation Table) ou, em português, “Tabela de Alocação de Arquivos” foi a primeira versão do sistema de arquivos baseado em uma tabela representativa com a capacidade de indicar a localização das extensões armazenadas por um disco. Criado para funcionar como filesystem oficial do MS-DOS no início da década de 1980, este formato foi usado como padrão até o lançamento do Windows 95.

A primeira versão do sistema de arquivos trabalhava com 12 bits de endereçamento, valor que passou para 16 em 1987 e, então, para 32 em 1996. As formatações derivadas a partir do FAT, cada uma delas utilizada de acordo com as necessidades técnicas de uma dada época, ainda estão sendo aperfeiçoadas; hoje, o FAT32 e o exFAT (ou FAT64) são os filesystems mais populares.

Cluster

Os sistemas de arquivos são compostos por grupos contínuos de setores ou unidades de alocação (clusters) – esta tecnologia, também, surgiu junto do lançamento do FAT. Uma unidade de alocação diz respeito ao menor espaço em disco que pode ser usado para o armazenamento de um arquivo. Se uma extensão pequena for armazenada em uma unidade de alocação grande, o processo conhecido como “fragmentação interna” acontece – o espaço livre é desperdiçado (há, então, o que se chama de “slack space”).

Por exemplo: se uma unidade de armazenamento de 8 GB estiver configurada sob o formato FAT32, clusters de 4 KB serão destinados à alocação de arquivos. Significa que uma extensão de 10 KB vai ocupar três clusters de 4 KB – neste caso, 2 KB serão desperdiçados, pois um mesmo arquivo não pode compartilhar o espaço livre de um mesmo cluster.

Se um pendrive de 16 GB em FAT32 for usado, dois clusters de 8 KB terão de ser adotados para o armazenamento de um dado de 10 KB (o slack space seria, assim, de 6 KB) – o tamanho do cluster varia de acordo com o tipo de FAT e a capacidade máxima da mídia de armazenamento. Confira abaixo os valores dos grupos contínuos de setores para diferentes mídias formatadas em FAT16 e FAT32:

Tamanho dos clusters para FAT16

  • Clusters de 2 KB para unidades de até 128 MB
  • Clusters de 4 KB para unidades de até 256 MB
  • Clusters de 8 KB para unidades de até 512 MB
  • Clusters de 16 KB para unidades de até 1 GB
  • Clusters de 32 KB para unidades de até 2 GB

Tamanho dos clusters para FAT32

  • Clusters de 512 bytes para unidades de até 512 bytes
  • Clusters de 4 KB para unidades de até 8 GB
  • Clusters de 8 KB para unidades de até 16 GB
  • Clusters de 16 KB para unidades de até 32 GB
  • Clusters de 32 KB para unidades de até 2 TB

FAT32

O endereçamento de dados pelo sistema de arquivos FAT32 é feito a partir de clusters menores – no FAT16, quanto maior a capacidade de armazenamento, maior é o tamanho do cluster (veja a relação acima). Por ser capaz de trabalhar com unidades de alocação menores, o FAT32 evita grandes desperdícios de espaço em disco.

Além disso, a compatibilidade deste tipo de formatação é maior, pois somente 4 bytes são necessários para o armazenamento dos valores em cluster. Drivers, APIs e mídias de armazenamento da atualidade suportam o FAT32; unidades com mais de 32 GB podem ser formatadas sob este filesystem com pouca manifestação de slack space.

Uma das principais deficiências do FAT32 é o limite imposto sobre o tamanho máximo dos arquivos que podem ser alocados. Quem costuma trabalhar com extensões maiores que 4 GB, como vídeos em formato RAW , tem de usar unidades formatadas sob exFAT (que admitem a escrita de arquivos maiores que 4 GB).

Drivers do MS-DOS, vale dizer, têm de ser redesenhados para que o suporte ao FAT32 possa ser oferecido – no FAT16, clusters de até 64 KB podem ser configurados; as unidades de alocação do FAT32 têm, geralmente, 4 KB.

exFAT (ou FAT64)

Também como variação da Tabela de Alocação de Arquivos lançada no início da década de 1980, o exFAT foi desenvolvido para atender a usuários que manipulam arquivos únicos com mais de 4 GB (o NTFS, conforme descrito adiante, é outra alternativa). Conhecida, ainda, como FAT64, a “evolução” do FAT32 foi introduzida em 2006 com o objetivo de otimizar unidades de armazenamento, como pendrives.

Com clusters de tamanho-padrão de 128 KB (o valor pode variar e ser definido de acordo com o tamanho da unidade de armazenamento), o exFAT é compatível com Windows XP, Windows Vista, Windows 7, Windows 2003 e posteriores – até mesmo o Mac OS X pode tanto ler como fazer gravações em unidades FAT64. Como limitação está a falta de compatibilidade com o Xbox 360 e o PlayStation 3; Xbox One e PS4, porém, suportam o formato que aceita a gravação de arquivos com mais de 4 GB.

O que é NTFS?

A “Nova Tecnologia de Sistema de Arquivos”, ou NTFS, foi lançada com o Windows NT, em 1993. Essa versão do sistema operacional da Microsoft chegou ao mercado com o objetivo de oferecer segurança e comodidade aos usuários do software. A boa desenvoltura e a performance do então novo filesystem fez com que a implementação do formato fosse feita no Windows XP, Vista, Windows 7 e Server 2008.

Uma das principais características do NTFS é o suporte ao recurso de journaling, que fornece permissão ao sistema operacional para manter um log, um registro, de todas as alterações feitas sobre um arquivo. Dessa forma, se um erro de gravação ou problema de conexão acontecer, os dados escritos sobre uma unidade de armazenamento podem ser revertidos, o que resulta na restauração dos arquivos.

Suporte otimizado a metadados, listas de segurança de controle, suporte à replicação de dados, cópias para backups e criptografia são outros dos mecanismos de segurança que integram o NTFS. Este tipo de formatação cria clusters de 4 KB em partições que vão de 2 GB a 16 TB, o que gera uma maior economia de espaço em disco.

E quais são as limitações? Por contar com atividades de leitura e gravação maiores em comparação com o FAT32 ou o exFAT, o NTFS pode diminuir a expectativa de vida útil de um flash drive. Usuários que formatam mídias de armazenamento neste filesystem têm sempre de usar a opção “Remover hardware com segurança”. Computadores Mac OS X não suportam a escrita de modo nativo do NFTS. Desse modo, o NTFS é indicado ao uso em unidades do Windows (HDse drives de estado sólido).

RESUMO

Definidas as principais características de alguns dos mais populares sistemas de arquivos ainda usados, fica fácil, então, selecionar o filesystem que deve ser configurado em determinadas unidades de armazenamento destinadas a diferentes tipos de uso. Confira abaixo um breve comparativo entre as formatações:

FAT32

  • Compatível com a maioria dos sistemas operacionais;
  • Economiza espaço em disco;
  • Suporte ao armazenamento de arquivos com até 4 GB;
  • Compatível com partições maiores que 32 GB.

exFAT ou FAT64

  • Admite armazenamento de arquivos únicos com mais de 4 GB;
  • Compatível com partições maiores que 32 GB.
  • Possui menos fragmentação e grande economia de espaço;
  • Compatível com vários sistemas operacionais.

NTFS

  • Suporta formatação de unidades com mais de 32 GB;
  • Tecnologia de compactação permite economia de espaço em disco;
  • Possui sistemas de segurança e backup (como journaling);
  • Suporte ao armazenamento de arquivos com até 4 GB.

Fonte: TecMundo

Três razões para investir em marketing digital

27-07-2017

Três razões para investir em marketing digital
Pronto para alavancar o seu negócio? Boa parte desse sucesso depende da forma como você trabalha seu Marketing Digital! Uma estratégia consolidada faz toda a diferença entre seguir a correnteza junto com todo mundo ou dominar as velas de seu barco e navegar a frente de todos.
Mas como ter certeza de que o Marketing Digital é a chave para o sucesso de sua publicidade? Segundo pesquisas feitas pelo Facebook em 2016, cerca de um bilhão de brasileiros marcam presença on-line diariamente. Além disso, a mesma pesquisa mostra que eles consideram os anúncios nas redes sociais ou em e-mail marketing como fontes confiáveis para encontrar novos produtos e serviços.
Para entender a importância deste investimento, confira três ótimas razões para trabalhar com campanhas de Marketing Digital:
Firmar sua presença na Web
Páginas nas principais redes sociais, como Facebook e Instagram, são o primeiro dos principais passos para estar ativo no mercado digital. Só através delas você consegue conversar diretamente com seu consumidor, descobrindo com maior clareza os objetivos e necessidades de seu público-alvo. Além disso, as redes sociais também são o espaço ideal para encontrar e analisar sua concorrência. Dessa forma você consegue ficar atento ao que os clientes pensam sobre seu negócio, observando pontos onde é necessário melhorar, sem deixar de acompanhar o trabalho exercido por outras empresas do mesmo segmento que você.
Investir em anúncios on-line
Os anúncios feitos em redes sociais geram enormes porcentagens de venda para as empresas. Com uma equipe responsável e apta para o serviço, é possível bater metas de tráfego e conquistar novos consumidores que se encaixam perfeitamente em seu público-alvo. Os anúncios pelo Google Adwords também são uma jogada de sucesso, pois garantem posicionamento notável de sua empresa frente à concorrência.
Inovar em conteúdo e visual
Quando entramos em um site ou blog novo, a primeira coisa que buscamos é um visual moderno e profissional. A segunda, uma notícia ou artigo interessante. Por isso, contando com uma equipe específica para o Marketing Digital, é possível criar conteúdos originais, investir em identidade visual e garantir que seus fãs encontrem novidades e mantenham-se ansiosos para receber mais conteúdo da sua empresa. Esses laços são essenciais para garantir credibilidade e confiança, firmando novos laços que com certeza abrirão novos caminhos lucrativos.
Investir em estratégias profissionais de Marketing Digital garante que todas essas práticas deem 100% certo e lancem seu negócio nas alturas! Com a FireFish, você consegue engatar no mercado e levar sua empresa muito mais longe, contando com o trabalho dedicado e confiável de uma equipe altamente preparada. Conheça nossos serviços e entre em contato conosco para mais informações!

iPhone 8 pode chegar às lojas sem tecnologia Touch ID

11-07-2017

iPhone 8 pode chegar às lojas sem tecnologia Touch ID

Não é de hoje que ouvimos relatos referentes ao fato de a Apple não conseguir incluir o botão Touch ID no iPhone 8. Pelo visto, parece que a Maçã ainda não conseguiu encontrar uma forma de incorporar o Touch ID à tela infinita. Por conta disso, há grandes chances de que o aparelho chegue às lojas trazendo apenas o reconhecimento facial como alternativa para os usuários. Andy Hargreaves, analista da KeyBanc Capital Markets, comenta que é “cada vez mais provável” que a empresa abandone essa ideia para disponibilizar o próximo iPhone no mercado a tempo.

Caso a Apple decida encontrar uma forma de incluir esse recurso no iPhone 8, isso provavelmente adiaria o lançamento do aparelho para algum momento de outubro ou novembro, o que acabaria frustrando os planos daqueles que aguardam a apresentação do smartphone ainda em setembro.

Outro detalhe mencionado pelo analista é o fato de ele não acreditar que o reconhecimento facial seja a melhor saída para o Apple Pay. “Apesar de a Apple ter a chance de conseguir isso ao longo do tempo, a probabilidade de uma falta inicial do Apple Pay poderia afetar negativamente a demanda”, ressaltou o funcionário da KeyBanc Capital Markets.

Samsung ainda é a maior fabricante de tela de smartphone do mundo

29-06-2017

Samsung ainda é a maior fabricante de tela de smartphone do mundo

A Samsung não tem muito do que reclamar quando o assunto são as telas dos smartphones. Referência quando se fala em produção de displays OLED, a gigante sul-coreana manteve a sua posição de líder no ranking das maiores produtoras de telas para portáteis nos primeiros três meses de 2017.

Segundo o IHS Markit, que monitora a indústria, esse mercado gerou uma receita total de US$ 13 bilhões apenas entre janeiro e março deste ano — incluindo aí telas LCD e OLED de até 9 polegadas. Em relação ao primeiro trimestre de 2016, os números atuais representam um avanço significativo de 35%.

De todo esse volume de dinheiro arrecadado com a venda de telas, a Samsung abocanhou US$ 3,5, nada menos do que 27,2%. A fatia de mercado da líder é bem maior do que a da segunda colocada, a Japan Display, que ficou com “apenas” 17,8% das vendas. Completam os quatro primeiro lugares a sul-coreana LG Display e a chinesa BOE Technology Group.

Fonte: Tecmundo

Tecnologia permitirá transferir recursos e pagar contas por rede social

13-06-2017

Tecnologia permitirá transferir recursos e pagar contas por rede social

Uma tecnologia pioneira desenvolvida no Brasil pretende dar agilidade e segurança a quem precisar transferir recursos para a conta bancária de terceiros. Dentro de uma semana, o Banco do Brasil (BB) lançará uma ferramenta de envio de dados bancários por meio de códigos QR (desenhos com informações que podem ser lidas por câmeras fotográficas) e de redes sociais, facilitando a divisão de contas em bares e restaurantes.

 Batizada de “Pagar ou Receber”, a novidade foi apresentada pelo banco no Congresso e Exposição de Tecnologia da Informação das Instituições Financeiras, organizado pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban). Inicialmente disponível em versão beta (de teste), a ferramenta será liberada a todos os correntistas do banco em até 30 dias.

Por meio da solução tecnológica, o cliente que pretende receber os recursos entra no aplicativo do banco e informa o valor e a data da transação. O sistema gerará um código QR que pode ser fotografado por quem vai fazer o pagamento. Basta o destinatário digitar a senha da conta-corrente e confirmar a transferência.

Caso as duas pessoas estejam longe, o recebedor do dinheiro fará o mesmo procedimento. No entanto, em vez de o aplicativo gerar um código QR, gerará um link criptografado (protegido de invasões), que pode ser enviado ao pagante por SMS, aplicativo de mensagens ou redes sociais. Ao abrir o link, a pessoa que fará a transferência novamente digitará a senha e confirmar a operação.

A solução elimina a necessidade de o recebedor dos recursos escrever os dados bancários em pedaços de papel ou, na pressa, passar informações erradas sobre a própria conta. Por enquanto, a ferramenta só poderá ser usada em transferências entre contas do Banco do Brasil.

“Numa mesa de bar, o cliente poderá entrar no aplicativo e gerar um código QR em vez de passar o número da conta num guardanapo. Quem tiver conta no mesmo banco, basta abrir o aplicativo e fotografar a tela do celular do amigo para fazer a transferência”, detalha o diretor de Negócios Digitais do Banco do Brasil, Marco Mastroeni.

No caso do envio de links, o diretor do BB garante que a ferramenta é totalmente segura e impede o acesso aos dados bancários, mesmo que terceiros acessem o endereço eletrônico. “Mesmo se o link for parar em mãos erradas, somente o cliente conseguirá abri-lo. Tudo é feito com toda a segurança. A emissão e a recepção das informações são feitas em ambientes do banco e não passam por redes externas”, explica.

Algumas redes sociais, como o Facebook, permitem transferências de valores por meio da ferramenta de mensagens. No entanto, nos moldes desenvolvidos pelo Banco do Brasil, Mastroeni assegura que a tecnologia é pioneira no mundo.

“Lá, a operação parte de quem faz a transferência e só pode ser feita numa única rede social, que é o Facebook. Na nossa ferramenta, quem vai receber os recursos envia os dados criptografados para quem vai pagar por meio de qualquer rede social”, esclareceu o diretor.

Tecnologia permite ver através das paredes usando o Wi-Fi

25-05-2017

Tecnologia permite ver através das paredes usando o Wi-Fi

Com a ajuda da tecnologia, em breve será possível enxergar o que existe atrás de uma parede. A técnica, desenvolvida por pesquisadores alemães, usa o Wi-Fi para tirar fotografias em três dimensões – ou hologramas – de objetos e pessoas. “Os sinais Wi-Fi podem, basicamente, escanear uma sala”, explica Phillip Holl, da Universidade Técnica de Munique.

O método usa duas antenas: uma fixa e outra que se move. A fixa registra o campo Wi-Fi de referência, no local em que se encontra, enquanto a antena móvel consegue registrar o mesmo campo, mas de pontos diferentes.

Elas registram não só a intensidade de um sinal, mas também a sua fase, que é uma propriedade de luz das ondas. Com a ajuda dessas informações, um software constrói imagens bidimensionais e, em seguida, as une em hologramas em 3D. Na prática, a técnica consegue capturar “sombras” de Wi-Fi em objetos 3D que estejam do outro lado da parede.

O dispositivo é capaz de identificar a forma de qualquer objeto que possui mais de quatro centímetros. “Se houver uma xícara de chá em cima de uma mesa, você vai conseguir que existe algo lá, mas não o que realmente é”, conta.

Segundo o pesquisador, ao usar uma série de antenas, será possível ajudar médicos e bombeiros em um resgate, por exemplo, a encontrar pessoas em escombros, ou policiais a ver se existe alguém em uma casa. “Usando um drone, será possível mapear o interior de um edifício inteiro em 20 ou 30 segundos”, conta.

Holl diz que a tecnologia está em fase de protótipo e que possui resolução limitada, mas há boas perspectivas.

Apple estuda tecnologia que ejeta água do iPhone usando som

09-05-2017

Apple estuda tecnologia que ejeta água do iPhone usando som

A Apple demorou para oferecer smartphones resistentes à água, porém, segundo a mais recente patente publicado pela empresa, ela está trabalhando em uma tecnologia que irá acabar de vez com o problema de umidade dentro dos iPhones.

O documento descreve um mecanismo que usa o som emitido pelos fones de ouvido e alto-falantes do celular para eliminar qualquer líquido que caia no aparelho e evitar que o excesso de umidade danifique componentes internos.

O mecanismo consiste em duas malhas hidrofóbicas, uma para resistir à entrada de líquidos e outra para ajudar na remoção da água nas câmaras de áudio do iPhone. Depois disso, um tom ou sinal acústico será gerado pelo alto-falante para ajudar a detectar e remover o excesso.

Uma tecnologia parecida já é utilizada no Apple Watch Series 2, chamado “Eject Water Mode”, que também expele a água através de seu alto-falante usando o som.

O iPhone da Apple 7 e 7 Plus já são resistentes à água mas não possuem mecanismo para remover o líquido dos alto-falantes, do microfone ou da entrada do carregador. Caso o celular molhe, você apenas tem que deixá-lo secar por conta própria, sendo que um recurso como o descrito na patente pode acelerar esse processo.

O mecanismo consiste em duas malhas hidrofóbicas, uma para resistir à entrada de líquidos e outra para ajudar na remoção da água nas câmaras de áudio do iPhone. Depois disso, um tom ou sinal acústico será gerado pelo alto-falante para ajudar a detectar e remover o excesso.

Uma tecnologia parecida já é utilizada no Apple Watch Series 2, chamado “Eject Water Mode”, que também expele a água através de seu alto-falante usando o som.

O iPhone da Apple 7 e 7 Plus já são resistentes à água mas não possuem mecanismo para remover o líquido dos alto-falantes, do microfone ou da entrada do carregador. Caso o celular molhe, você apenas tem que deixá-lo secar por conta própria, sendo que um recurso como o descrito na patente pode acelerar esse processo.

Dia da Terra: Google Earth celebra com nova versão para web e Android

20-04-2017

Dia da Terra: Google Earth celebra com nova versão para web e Android

Em tempo de comemorar o Dia da Terra que acontece no próximo 22 de abril, o Google lançou na terça-feira (18) uma versão repaginada do aplicativo Google Earth para web e Android. O app recebeu melhorias no recurso 3D e visitas guiadas por profissionais, além de um visual totalmente renovado. De acordo com o Google, a versão para iPhone (iOS) será lançada em breve.
Google publica no YouTube timelapse do Earth de cidades do Brasil; veja
As mudanças já podem ser vistas na versão para desktop do Google Earth e estão disponíveis para quem possui o Chrome com WebGL. A versão Android chegou ao mesmo tempo na Google Play Store, porém, dependendo da região, pode demorar de um a dois dias até estar disponível a todos os usuários.

Google Earth Voyager
O recurso de maior destaque do Google Earth é a opção “Voyager”, que permite ao usuário fazer visitas virtuais guiadas pelos principais pontos do planeta Terra. A curadoria do conteúdo será feita, principalmente, por organizações científicas sem fins lucrativos. Desta forma, o usuário poderá não só visitar esses locais, mas conhecer de forma mais profunda a sua história com a ajuda de especialistas.

Google Earth ‘estou com sorte’
Outro novo recurso do Google Earth é o botão “Estou com sorte”, que leva o usuário para um endereço aleatório entre os 20 mil que possuem curadoria — com guias virtuais. Essa medida garante que o internauta “visitará” locais realmente interessantes, e não cairá no meio do oceano, por exemplo.

O novo Google Earth também teve a sua capacidade 3D melhorada. Ao visitar um mapa plano, o usuário pode clicar no botão “3D”, localizado junto aos controles de navegação para ter uma outra visão tridimensional do local, de forma instantânea e bastante rápida na Web.

Google vai começar a classificar notícias falsas para proteger o usuário

11-04-2017

Google vai começar a classificar notícias falsas para proteger o usuário

Depois da eleições norte americanas de 2016, muitas empresas de tecnologia se atentaram para o problemas das notícias falsas (fake news) e começaram a implementar funcionalidades para proteger o usuário. Muito é comentado sobre essas notícias que são disseminadas em redes sociais e grupos de discussão (fóruns) sem a menor apuração. Muitos ainda apontam estas como uma das principais responsáveis pela vitória do presidente Donald Trump. O Facebook já começou a implementar uma funcionalidade e hoje foi a vez do Google lançar a sua ferramenta.

A partir de agora, quando você pesquisar algo na plataforma, um card indicará o nível de confiança de cada veículo e para cada notícia. Dessa forma quando você pesquisar um fato, o Google vai te mostrar de antemão se aqui é verdadeiro, se há chance de ser parcialmente verdadeiro ou se é completamente falso.

O sistema funciona assim: quando você pesquisa algo o Google busca a confiabilidade do veículo ou notícias iguais em outros sites em serviços de checagem de fatos (fact checking) aprovados pelo algoritmo da empresa. Na foto que exemplifica o post, podemos ver que o PolitiFact e o Snopes são alguns desses fact checkers.

“Esses não são checadores de fatos do Google, as informações são só apresentadas para que os usuários façam julgamentos mais embasados.”, disse um porta voz da empresa em uma postagem no blog.

Se uma publicação ou um checador de fatos não se encaixar no padrão ou honrar certas políticas poderemos, a nosso critério, ignorar os fatos checados pelo mesmo.

Conforme informa o The Verge, essa nova ferramenta não vai mudar o algorítimo do Google, então sites com fake news ainda poderão aparecer no topo da sua lista, mas dessa vez você será avisado de que aquilo é uma notícia falsa. De toda forma, a indexação desses sites no topo da página principal do Google ainda colabora bastante com a difusão e compartilhamento das fake news nas rede sociais e grupos de discussões da internet e da “vida real”.

Anúncios de marcas não terão cartões de checagem de fatos indexados.

Diferente do Facebook, o Google não está trabalhando apenas com um pequeno grupo pré-selecionado de verificadores de fatos. A empresa vai deixar qualquer organização oferecer a checagem, mas só aparecerão para os usuários “aqueles editores que são algoritmicamente determinados como uma fonte autorizada de informações elegíveis para a inclusão”.

Por enquanto, a funcionalidade só está disponível nos EUA e não há previsão de chegada no Brasil.

Microsoft vai pagar até US$ 15 mil para quem encontrar bugs no Office

23-03-2017

Microsoft vai pagar até US$ 15 mil para quem encontrar bugs no Office

A Microsoft lançou um novo programa de recompensas para desenvolvedores que encontrarem bugs nas versões desktop mais recentes do Microsoft Office. Os bônus variam entre US$ 500 e US$ 15.000, dependendo do perigo e complexidade do problema encontrado. O programa dura até o dia 15 de junho de 2017. Só serão válidas as vulnerabilidades descobertas nas versões de teste do Microsoft Office Insider, um programa semelhante às edições de desenvolvimento (builds) do sistema operacional Windows 10.

Para ser qualificado para participar do programa, os usuários precisam ter, no mínimo, 14 anos, com permissão de responsáveis legais (caso sejam menores de idade), serem pesquisadores individuais, residir em um país que não esteja sob sanções dos Estados Unidos, não ser funcionário da Microsoft ou parente de um e não estar envolvido na execução do programa.
Os bugs procurados pela Microsoft são relacionados a vulnerabilidades ainda não identificadas e que possam ser reproduzidas na versão mais recente do Microsoft Office Insider, acompanhadas do número da versão em que elas são encontradas. As falhas também precisam ter instruções claras sobre como executá-las para garantir o maior pagamento possível.

A desenvolvedora adiciona que está especialmente interessada em problemas relacionados à elevação de privilégios através do modo sandbox, que ignoraram restrições para execução de macros sem consentimento do usuário e da lista de bloqueio de extensões do Outlook. Para receber o pagamento, os desenvolvedores devem estar atentos aos critérios estabelecidos pela Microsoft (technet.microsoft.com) como indicar vulnerabilidades originais e não reportadas anteriormente no desenvolvimento do Office Insider atual em um Windows 10 desktop e a adição de etapas que sejam fáceis de entender e reproduzir — sendo claros e objetivos.

Os desenvolvedores interessados podem enviar seus relatórios por e-mail (secure@microsoft.com), seguindo todas as instruções impostas pela fabricante em seu relatório de vulnerabilidade (technet.microsoft.com/pt-br/security).

Facebook inicia testes com botão “não curtir”

07-03-2017

Facebook inicia testes com botão “não curtir”

O Facebook deve introduzir em breve um recurso esperado pela maioria dos usuários. Um botão de “dislike” (não curtir) está em fase de testes, informa o site de tecnologia TechCrunch. Porém, a ferramenta não será disponibilizada para os usuários usarem na linha do tempo do Facebook.

O novo botão está relacionado com as reações, um recurso criado no ano passado para que os usuários pudessem expressar sentimentos com o uso de emojis na linha do tempo – e não apenas curtir publicações.

Agora, essa mesma ferramenta será introduzida no Messenger. São sete reações em teste: seis delas são iguais as que podem ser usadas na linha do tempo do Facebook, como surpresa e tristeza. O outro emoji é o de “não curtir”. Ele aparece como o oposto da curtida comum, que também tem um emoji próprio.

 

O recurso funciona da seguinte forma: quando um usuário envia uma mensagem para outro, o destinatário pode responder com um emoji ao passar o mouse sobre a mensagem recebida. Há também uma contagem de reações, o que pode ser bem útil para grupos que querem fazer enquetes privadas.

A nova ferramenta aparece apenas para algumas pessoas. Geralmente, o Facebook faz testes com pequenos grupos de usuários antes de disponibilizar seus recursos para todos.

Fonte: Exame

Google lança no Brasil iniciativa contra notícias falsas

16-02-2017

Google lança no Brasil iniciativa contra notícias falsas

o Google deu mais um passo no combate às notícias falsas com o lançamento no Brasil nesta quarta-feira (15) de um selo de checagem de fatos. O recurso aparece em artigos na aba de notícias do Google, no app Google Notícias, e ajuda a identificar reportagens com informações verdadeiras. A novidade, chamada no exterior de “fact check”, foi anunciada em outubro de 2016 e desde então estava disponível apenas nos Estados Unidos e no Reino Unido. Agora, chega à América Latina com parcerias no Brasil, México e Argentina.

Por aqui, o Google se aliou às páginas Agência Lupa, Aos Fatos e Agência Pública, já conhecidas por checar se as informações que circulam na mídia são verdadeiras. Os artigos desses sites irão aparecer nas buscas do Google com o selo “verificação de fatos”.

“A checagem de fatos se firmou como uma área importante do jornalismo nos últimos anos dentro de veículos tradicionais e startups de mídia, que trabalham para averiguar a veracidade de informações sobre mitos urbanos, política, saúde e até a própria imprensa”, diz Richard Gringas, vice-presidente da divisão de notícias do Google, em nota.

Fonte: G1

Confira seis novas profissões para a área de tecnologia

07-02-2017

Confira seis novas profissões para a área de tecnologia

Segundo a Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 27,7% das pessoas que estão fora do mercado de trabalho são jovens – entre 14 e 24 anos – e a expectativa é que esses jovens sejam os protagonistas das novas profissões que vêm sendo descobertas. Com base nisso, a rede de escolas de informática Microcamp elaborou seis novas profissões para a área de tecnologia que podem render ótimos trabalhos:

Desenvolvedor de aplicativos
Não entende muito de informática? Bom, isso não é um problema para a área, diz Helder Hidalgo, coordenador de cursos da Microcamp. De acordo com o especialista, esse é um dos mercados mais atraentes para os empreendedores iniciantes, uma vez que oferta diversas oportunidades interessantes. Entre as possibilidades para a criação estão: Apple, Android, além das empresas privadas e o próprio setor público.

Youtuber
Fazer um vídeo e postar no Youtube já não é mais apenas um hobby para muitos, a atividade virou negócio. Segundo Hidalgo, esse é um mercado que exige muito do empreendedor, pois além do esforço é necessário dedicação e conhecimentos em ferramentas, principalmente audiovisuais. Se tiver afinidade com a escrita, essa opção também é uma boa, visto que a atividade não inclui apenas gravar, a criação de roteiros e scripts também fazem parte do trabalho.

Especialista em Internet das Coisas
O nome é confuso, mas calma. Trata-se apenas de um conceito que conecta qualquer objeto à internet. Entre os exemplos que podem ser citados estão: eletrodomésticos, meios de transportes e até mesmo roupas e tênis. Achou futurístico? Segundo a empresa ABI Research, até 2020 aproximadamente 30 bilhões de dispositivos estarão conectados à Internet das Coisas (IoT).
Como o tempo é curto – três anos – existe a necessidade que qualificar pessoas para trabalhar nesta área, principalmente dentro das pequenas e médias empresas (PMEs), que estão em busca da diminuição de seus custos.

Técnico em Manutenção em Drones
Eles são usados em combates, filmagens e simplesmente para diversão. E têm cada vez mais variações positivas em suas vendas. De acordo com a ABI Research, a projeção é que o mercado de drones cresça 32% por ano na próxima década. Isso significa para Helder Hidalgo que o segmento demandará especialistas para atender o público em potencial. Outra estimativa é que o faturamento de vendas de equipamentos, treinamentos de pilotos e prestação de serviços gere uma receita de até R$ 200 milhões para 2017.

Desenvolvedor de Dispositivos Vestíveis
Isso mesmo. Óculos de realidade virtual, relógios inteligentes (smartwatches) e pulseiras inteligentes são apenas alguns dos itens que têm colaborado com as mais de 80 milhões de vendas de dispositivos vestíveis até hoje. Esses objetos permitem maior interação do usuário com o seu smartphone, além de também proporcionar maior facilidade e dinâmica para o usuário, que ao invés de puxar o celular do bolso, pode simplesmente checar alguma informação no pulso.

Desenvolvedor de Robô Social
Você se lembra do filme: O Homem Bicentenário? Pois é, esse é o objetivo do desenvolvedor desta área: criar máquinas caseiras que conversam, imitam animais de estimação, dançam etc. De forma que crie interação com o ser humano no ambiente doméstico.De acordo com Hidalgo, esse também é um mercado de trabalho e vendas em expansão, uma vez que já é estimado que cada casa tenha o seu próprio robô familiar em um futuro próximo.
Fonte: Tecnologia – iG

5 tecnologias que podem mudar sua vida em 2022

27-01-2017

5 tecnologias que podem mudar sua vida em 2022

Em 5 anos, teremos uma nova forma de olhar o mundo. A supervisão infravermelha vai ser possível para qualquer mortal, mesmo que não tenha vindo de Krypton.

E novas ferramentas vão nos ajudar a mapear o planeta de uma forma completamente nova. Pelo menos é nisso que aposta a IBM, a gigante americana de tecnologia.

Todo ano, a empresa anuncia 5 inovações que terão o maior impacto na vida das pessoas nos próximos 5 anos. A maioria dessas mudanças vem impulsionada pelo desenvolvimento de inteligências artificiais cada vez mais poderosas – o que não é coincidência nenhuma, já que o aprendizado de máquinas é uma das especialidades da IBM. Vamos a elas:

1. Escutando doenças

Você já deve ter reparado que sua voz muda dependendo do seu estado de humor. A inteligência artificial, segundo a IBM, quer transformar essa percepção instintiva em uma forma de diagnosticar doenças.

Pesquisas mostram que o padrão natural de fala de pacientes com Alzheimer, Parkinson e até ansiedade e depressão muda de forma quase imperceptível aos ouvidos, mas que um computador inteligente seria capaz de detectar com precisão, até nos estágios mais precoces dessas doenças.

Algumas das pistas incluem a escolha de palavras, a entonação e até a sintaxe usada pelos pacientes.

Para 2022, a IBM aposta que nossos smartphones já terão apps de diagnóstico instantâneo de saúde mental, baseados em reconhecimento vocal – e monitorar essas doenças pode se tornar tão corriqueiro quanto usar o Whatsapp.

2. Visão do Superman

Nossos olhos só são capazes de enxergar formas específicas de luz. Em todo o enorme espectro de ondas eletromagnéticas, o que chamamos de luz visível são as ondas com comprimento entre 390 e 700 nanometros.

Para enxergar raios-x, luz infravermelha e microondas, só se você tiver equipamentos especializados – ou se for um personagem de quadrinhos.

Nos próximos 5 anos, porém, os cientistas da IBM prometem que teremos uma visão digna do Superman, mas utilizando os métodos do Batman. Isso porque não teremos olhos diferentes, mas sim tecnologia portátil, acessível e desenvolvida para enxergar diferentes comprimentos de onda que hoje só são vistos em laboratório.

A previsão mais realista é que sensores e câmeras de hiperimagem tragam essa mudança para as nossas vidas. Nos carros, por exemplo, elas podem ajudar motoristas a enxergar melhor na estrada em situações de neblina ou de chuva.

Mas a IBM vai ainda mais longe: as fotos de comida que tiramos podem ser associadas a análise de imagem para já informar o valor nutricional de cada refeição – ótimo para quem está de dieta, péssimo para quem prefere ignorar as calorias daquela sobremesa que ficou linda no Instagram.

3. Um novo tipo de mapa

Esqueça tudo que você aprendeu na aula de geografia: em 5 anos a IBM acredita que teremos um novo tipo de mapa para analisar o mundo à nossa volta. São os macroscópios – em vez de permitir enxergar detalhes minúsculos como os microscópios, eles vão unir diferentes tipos de dados gerados diariamente para nos ajudar a enxergar padrões – sociais, econômicos, de poluição, de saúde – em comunidades, cidades e países.

Todo mapa é um conjunto de dados, mas a proposta destes macroscópios é nos ajudar a visualizar as quantidades absurdas de dados que geramos utilizando computadores e eletrônicos que, cada vez mais, vão ser inteligentes e conectados à rede, gerando dados a cada segundo.

A aposta da IBM é que, em 5 anos, vamos aprender a agregar dados diferentes – misturando informações de drones, de telescópios e de previsão do tempo, para antever quedas de asteroides, por exemplo.

Mas não é preciso ir tão longe: quando sua geladeira, sua privada e cada uma das lâmpadas da sua casa for inteligente e conectada à internet, um mapinha da sua própria casa vai se mostrar muito mais útil do que você imagina hoje.

4. Laboratórios de bolso

Se você odeia aguentar a fila de exames e ainda ter que esperar semanas pelos resultados, a IBM aposta que seu sofrimento pode accabar nos próximos anos.

Isso porque uma das tendências apontadas pela empresa são os laboratórios de bolso – chips de silicone com a capacidade de análise de todo um laboratório de bioquímica, capazes de revelar informações vindas de amostras de suor, de sangue e de urina.

A ideia é que eles sejam associados a aparelhos portáteis para monitorar doenças no conforto da casa do paciente – como já acontece hoje com o controle de glicemia de diabéticos.

Em um mundo povoado pela “internet das coisas”, esses laboratórios de bolso seriam associados aos dados que já são gerados hoje em dia por apps que monitoram o sono e que contam o número diário de passos para dar uma visão universal da saúde de cada pessoa.

5. Gestão de poluição

A tecnologia atual já é capaz de ter medidas cada vez mais precisas das mudanças climáticas, da qualidade do ar e da produção de CO2. A previsão da IBM é que a velocidade dessa análise aumente muito – em um piscar de olhos, saberíamos exatamente quais os poluentes que estão se acumulando diariamente na atmosfera e de onde eles vêm.

Por um lado, isso nos faz perceber com ainda mais intensidade os impactos da ação humana na natureza. Mas também nos dá uma ferramenta para lutar contra isso: os cientistas da empresa americana acreditam que vazamentos de gás, por exemplo, vão levar segundos para serem identificados, em vez de semanas. A velocidade com que resolveremos esses problemas, porém, continua sendo responsabilidade nossa.

Fonte: Exame

Há 10 anos, lançamento do primeiro iPhone iniciava revolução no mundo

10-01-2017

Há 10 anos, lançamento do primeiro iPhone iniciava revolução no mundo

Se uma revolução tecnológica transformou nossas vidas de forma sensível, ela tem data: há 10 anos, no dia 9 de janeiro de 2007, Steve Jobs apresentava o primeiro iPhone produzido pela Apple. Se você hoje em dia não vive sem acessar redes sociais e WhatsApp em seu celular, a “culpa” recai sobre este dia.

De início, o lançamento do iPhone foi recebido até com certa estranheza. Muitos chamaram o dispositivo de um “celular com iPod”. De fato, o produto era muito parecido com o iPod Touch, mas tinha um diferencial: a possibilidade de fazer ligações. A estranheza durou pouco.

Recepção entre críticas e elogios
No lançamento do iPhone 2G, Steve Jobs fez suas tradicionais frases recheadas de exaltação à marca. “Um lançamento que vai reinventar o setor de telecomunicações”. “De tempos em tempos, um produto revolucionário vem e muda tudo”. As frases agora soam como previsões acertadas, mas nem todos na época acharam o produto tão maravilhoso.

Se por um lado as ações da Apple subiram 8% na fatídica data, a consultoria de análise Gartner chegou a emitir uma nota recomendando que empresas evitassem utilizar o iPhone. No ano seguinte, voltou atrás na declaração. Atualmente, você imagina alguma empresa sem algum tipo de ferramenta dos smartphones?

O primeiro modelo ainda era, realmente, um “iPod” com celular. Ele apresentava conectividade 2G, tela de 3,5 polegadas, memória RAM de 128 MB, armazenamento de 4 GB ou 8 GB e câmera traseira de 2 MP. A bateria, na rede Wi-Fi, durava apenas 6 horas. A grande novidade foi o dispositivo ser o primeiro celular com a ausência de teclado – nascia o touchscreen, regra em todos os celulares da atualidade.

O primeiro modelo, 2G, demorou seis meses para chegar ao mercado, com preços a partir de US$ 499. Na época, a ansiedade era a mesma dos tempos atuais: fãs fizeram fila e acamparam dias antes da disponibilização do produto. Isso passou a ser uma constante nos lançamentos da companhia.

Uma coisa que se tornou fundamental para melhorar a experiência em um iPhone –e por tabela em todos os smartphones– foi a criação de uma loja de aplicativos: a App Store, surgida em julho de 2008 na ocasião do segundo modelo, o iPhone 3G.

Ou seja, até então não havia Instagram, WhatsApp e jogos para o smartphone. Mas o sucesso foi imediato: foram 10 milhões de downloads na primeira semana da App Store, o que mostrava que a revolução móvel também se daria pelos aplicativos.

Seguindo os passos da Apple, no mesmo 2008 o Google lançava seu sistema operacional Android e sua loja de apps, a Android Market –que passou a se chamar Google Play em 2012. A ascensão do Android é até hoje uma pedra no sapato da Apple, pois o sistema aberto do Google é abrigado por celulares de diferentes marcas e preços.

Preço, aliás, sempre foi algo polêmico. Os US$ 499 cobrados no iPhone em 2007 eram altos demais em relação à concorrência, que cobrava até US$ 300 em média por seus modelos. Embora as companhias rivais já tenham modelos bem caros, essa sina perdura até hoje na Apple. Críticos afirmam que quase todos os recursos dos iPhones podem ser encontrados em celulares mais baratos na concorrência.

Depois do primeiro iPhone, vieram vários em sequência até os mais recentes, os modelos 7 e 7 Plus. A Apple organiza um evento por ano, muito aguardado pelos fãs, para apresentar os novos dispositivos. Contudo, os lançamentos causam cada vez menos o alvoroço protagonizado nos primeiros anos.

Fonte: Uol

DJI lança drones de até R$ 43 mil em feira de tecnologia em SP

16-12-2016

DJI lança drones de até R$ 43 mil em feira de tecnologia em SP

A fabricante DJI lança nesta semana drones que custam até 43 mil reais no Brasil. A apresentação oficial dos produtos foi feita na feira de tecnologia Fitic, cuja primeira edição é realizada em São Paulo nesta semana.

Os modelos mais acessíveis são chamados Mavic Pro e Phantom 4 Pro. Os aparelhos têm sensores que ajudam o usuário a pilotar sem bater em nada. Mesmo quem não tem muita intimidade com drones pode ativar comandos que fazendo o gadget decolar e pousar automaticamente.

Ambos os produtos são voltados para filmagens. O Mavic Pro tem câmera com estabilização que grava com resolução 4K com 30 quadros por segundo, enquanto o Phantom 4 Pro capta cenas em 4K com 60 quadros por segundo, dando mais suavidade aos movimentos filmados.

Este último aparelho também tem obturador e foco mecânico, como uma câmera profissional. Outra novidade desse aparelho é que ele tem sensores que evitam colisões em todos os seus lados, tornando o voo mais automático do que no seu antecessor, o Phantom 4.

Pequeno e portátil, o Mavic Pro tem uma tecnologia interessante para quem grava vídeos para o YouTube ou trabalha com produção audiovisual. Ele pode seguir o usuário automaticamente enquanto grava um vídeo. O foco fica travado na pessoa e o drone faz a estabilização da imagem por conta própria.

Esse gadget atinge velocidade máxima de 65 kmh e tem alcance médio de 5 km de distância do operador. Já o Phantom 4 Pro é mais veloz, chegando a 74 kmh. A autonomia de voo dos produtos é de cerca de 30 minutos.

Os aparelhos estão à venda oficialmente na DroneStore por preços a partir de 6.650 reais e 9.974 reais, respectivamente.

O terceiro drone lançado na Fitic 2016 se chama Matrice 600. Esse aparelho também funciona como um equipamento de filmagem voador, mas tem o diferencial de poder carregar câmeras profissionais, como a Red Epic e lentes prime. A versão completa do DJI Matrice 600 custa 43 mil reais.

Fonte: Exame

Tecnologia transforma toques na tela do celular em energia

12-12-2016

Tecnologia transforma toques na tela do celular em energia

Poucas características dos smartphones em geral irritam mais do que a curta duração da bateria, mas este problema pode ser solucionado em breve. Engenheiros da Universidade Estadual de Michigan, nos EUA, desenvolveram uma forma de gerar energia pelo movimento humano, usando um dispositivo que pode ser dobrado para criar mais força com o simples ato de tocar e apertar a tela para navegar entre as funções do aparelho. Rick Osterloh, vice-presidente da Hardware do Google, apresenta o Pixel durante evento em São Francisco, na Califórnia

No experimento em laboratório, os pesquisadores foram capazes de operar uma tela de LCD sensível ao toque, uma luminária com 20 lâmpadas LED e um teclado flexível apenas com esse dispositivo, sem o apoio de uma bateria. O feito foi descrito no periódico “Nano Energy”, e sugere que “nós estamos no caminho para criar dispositivos vestíveis abastecidos pelo movimento humano”.

— O que eu prevejo, para o futuro relativamente breve, é a capacidade de não termos que recarregar nossos telefones por uma semana, por exemplo, por causa da energia que será produzida pelo seu movimento — disse Nelson Sepulveda, professor da Universidade Estadual de Michigan e líder do estudo.

O processo inovador começa com uma espécie de “bolacha de silicone”, que é fabricada com várias camadas ultrafinas, com substâncias que incluem a prata, a poliimida (polímero de monômeros de imida, adequado para uso em altas temperaturas) e o polipropileno ferro elétrico. Íons são adicionados para que cada camada contenha partículas carregadas. Dessa forma, energia elétrica é gerada quando o dispositivo é pressionado pelo movimento humano.

O dispositivo é tão fino como uma folha de papel, e pode ser adaptado para diferentes tamanhos e aplicações. Para abastecer as luzes LED, foi necessário um equipamento do tamanho da palma da mão e, para a tela de LCD, foi usado um dispositivo tão pequeno quanto um dedo.

Os pesquisadores destacam algumas vantagens da tecnologia, como o pouco peso, a flexibilidade, escalabilidade e o baixo custo. Além disso, o dispositivo se torna mais poderoso quando dobrado.

— Cada vez que você dobra, você aumenta exponencialmente a quantidade de voltagem criada — disse Sepulveda. — Você pode começar com um dispositivo grande, mas você pode dobrá-lo várias vezes, tornando-o muito menor e com mais energia. Ele pode se tornar pequeno o bastante para ser colocado no salto do sapato e gerar energia cada vez que se pisa.

Fonte: O Globo